sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Vídeos: Meatrix I e II












   

Citações Vegetarianas



Deveríamos ser capazes de recusar-nos a viver se o preço da vida é a tortura de seres sensíveis. 
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos.
(Mahatma Gandhi)
Que horror é meter entranhas em entranhas, engordar um corpo com outro corpo, viver da morte de seres vivos.
(Pythagoras)
Enquanto o homem continuar a ser o destruidor dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.
(Pythagoras)
Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem.
(Leonardo da Vinci)
Feliz seria a terra se todos os seres estivessem unidos pelos laços da benevolência e só se alimentassem de alimentos puros, sem derrame de sangue. Os dourados grãos que nascem para todos dariam para alimentar e dar fartura ao mundo.
(Buda)
Quanto mais o homem simplifica a sua alimentação e se afasta do regime carnívoro, mais sábia é a sua mente.
(George Bernard Shaw)
Eu não tenho dúvidas de que é parte do destino da raça humana, na sua evolução gradual, parar de comer animais.
(Henry David Thoreau)
É somente pelo amaciamento e disfarce da carne morta através do preparo culinário, que ela é tornada susceptível de mastigação ou digestão e que a visão de seus sucos sangrentos e horror puro não criam um desgosto e abominação intoleráveis.
(Percy Bysshe Shelley)
Quando me tornei vegetariano, poupei dois seres, o outro e eu.
(Hermógenes)
Se quisermos nos libertar do sofrimento, não devemos viver do sofrimento e do assassínio infligidos aos animais.
(Dr. Paul Carton)
Se o homem aspira sinceramente a viver uma vida real, sua primeira decisão deve ser abster-se de comer carne e não matar nenhum animal para comer.
(Leon Tolstoy)
O comer carne é a sobrevivência da maior brutalidade; a mudança para o vegetarianismo é a primeira conseqüência natural da iluminação.
(Leon Tolstoy)
Respeitem os animais. Eles sentem e sofrem como nós. Não os maltratem, não os torturem, não os prendam, não os matem.
(de autoria anônima)
Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão. As crueldades que os animais sofrem pelas mãos dos homens estão além de nossa compreensão. Por favor, ajudem a parar com esta loucura.
(Richard Gere)
Oh, tirem minha cabeça, mas rogo que parem a matança!
(Sadhu Vaswani)
Não haverá justiça enquanto o homem empunhar uma faca ou uma arma e destruir aqueles que são mais fracos que ele.
(Isaac Bashevis Singer)
Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos. Nós nos sentimos melhores com nós mesmos e melhores com os animais, sabendo que não estamos contribuindo para o sofrimento deles.
(Paul e Linda McCartney)
Se você pudesse ver ou sentir o sofrimento, você certamente não pensaria duas vezes. Devolva a vida. Não coma carne.
(Kim Basinger)
O que não concebo é degolar um cabrito, asfixiar uma pomba, cortar a nuca de uma galinha ou dar punhaladas em um porco para que eu coma seus restos. Não é por uma questão de química biológica o motivo de eu me ter passado para as fileiras do ovo-lacto-vegetarianismo, mas pelo imperativo moral de que minha vida não seja mantida às custas da vida de outros seres.
(Dr. Eduardo Alfonso, médico naturista espanhol)
Que luta pela existência ou que terrível loucura vos levou a sujar vossas mãos com sangue - vós, repito, que sois nutridos por todas as benesses e confortos da vida? Por que ultrajais a face da boa terra, como se ela não fosse capaz de vos nutrir e satisfazer?
(Plutarco)
Os vapores das comidas com carne obscurecem o espírito. Dificilmente pode-se ter virtude se se desfruta de comidas e festas em que haja carne. No paraíso terreno não havia vinho, nem sacrifício de animais e tampouco se comia carne.
(São Basílio)
Não destruas por causa da comida as obras de Deus. É verdade que tudo é limpo, mas mal vai para o homem que come com escândalo. Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.
(Romanos, 14: 20, 21)
Como rei, esforcei-me para impedir o dano a criaturas vivas e renunciei a ter grande número de caçadores e pescadores e às caçadas a que se entregam outros governantes.
(Rei Asoka)
Os vegetais constituem alimentação suficiente para o estômago e, no entanto, recheamo-lo de vidas valiosas.
(Sêneca)
A estrutura do homem, externa e interna, comparada com a de outros animais, mostra-nos que as frutas e os vegetais suculentos constituem sua alimentação natural.
(Lineu)
Não comer carne significa muito mais para mim que uma simples defesa do meu organismo; é um gesto simbólico da minha vontade de viver em harmonia com a natureza. O homem precisa de um novo tipo de relação com a natureza, uma relação que seja de integração em vez de domínio, uma relação de pertencer a ela em vez de possuí-la. Não comer carne simboliza respeito à vida universal.
(Pierre Weil)
Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana. A ordem de vida vegetariana, por seus efeitos físicos, influenciará o temperamento dos homens de uma tal maneira que melhorará em muito o destino da humanidade.
(Albert Einstein)
Não importa se os animais são incapazes ou não de pensar. O que importa é que são capazes de sofrer.
(Jeremy Bentham)
A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.
(Arthur Schopenhauer)
Os animais dividem conosco o privilégio de ter uma alma.
(Pythagoras)
Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.
(São Francisco de Assis)
Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes.
(Albert Schweitzer - Prêmio Nobel da Paz em 1952)
Não há diferenças fundamentais entre o homem e os animais nas suas faculdades mentais (...) os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento.
(Charles Darwin)
A não-violência leva-nos aos mais altos conceitos de ética, o objetivo de toda evolução. Até pararmos de prejudicar todos os outros seres do planeta, nós continuaremos selvagens.
(Thomas Edison)
Para mim, não amar os pássaros e todos os animais seria não amar a Deus. Pois seus filhos são pássaros e animais tanto quanto os seres humanos.
(Sadhu Vaswani)
Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens.
(Alice Walker)
Minha doutrina é esta: se nós vemos coisas erradas ou crueldades, as quais temos o poder de evitar e nada fazemos, nós somos coniventes.
(Anna Sewell)




quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Visita ao Matadouro


Por Sérgio Greif*


Passei alguns de meus últimos anos no interior de São Paulo, fiscalizando fontes de poluição ambiental: usinas de açúcar e álcool, fábricas que processamento de polímeros, fundições etc. Mas nada me pareceu tão poluente e agressivo quanto os curtumes e abatedouros de animais. Estas atividades são, é claro, extremamente poluentes, mas pretendo falar sobre este assunto em outra ocasião. Gostaria de reservar este momento para falar sobre uma outra forma de violência, aquela que presenciei nos matadouros e abatedouros de animais.


Embora o sofrimento do animal que será abatido se inicie já em seu nascimento, é no matadouro que ele encontra o seu fim. Não é um fim agradável, tranqüilo ou sem dor, como muitas pessoas querem acreditar. As pessoas são levadas a crer que os animais que lhes servem de alimento levaram uma vida de prazeres, brincando nos campos com outros animais de fazenda e que em determinado dia estes foram transportados e abatidos de forma indolor. Esta é a imagem que a indústria da carne nos passa, com suas propagadas de animais sorridentes e suas embalagens coloridas que quase não sangram.


As pessoas não acreditam, ou não querem acreditar, que animais de corte tiveram toda uma existência miserável, privados da luz do sol, do ar fresco, de pisar a terra. O objetivo de uma criação de animais de corte não é, é claro, o bem estar dos animais. O objetivo é lucro, produzir mais carne, em menor espaço e no menor tempo possível. Desta maneira ovinos, suínos e frangos são criados em locais com alta densidade de indivíduos, em espaços mínimos que limitam seus movimentos e o desempenho das atividades mais básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.


Descrever o que acontece em um matadouro não é uma tarefa fácil. Provavelmente ler sobre o que lá se passa também não seja, mas acredito que temos a obrigação de divulgar estas verdades, e desfazer os mitos que se formam, de que os animais não sofrem com o abate. Todo aquele que se alimenta de animais tem o dever de conhecer este último e importante passo na vida da comida que tem em seu prato. As descrições que se seguem representam o que pude presenciar do abate de animais. Quando forem citados procedimentos diversos aos quais presenciei, farei menção a isto.
Matadouros de Gado



Os animais são transportado em caminhões de transporte de gado, geralmente contendo 12 animais, que tentam se manter em pé enquanto o veiculo se desloca. Os animais são geralmente trazidos de fazendas próximas ao abatedouro, mas em alguns casos provêm de localidades mais distantes, o que significa que este transporte pode durar várias horas. O caminhão adentra o matadouro e os animais são descarregados a chutes e pontapés em um terreiro cercado (imagino que eles foram colocados no caminhão também na base do chute). Neste terreiro os animais ficarão à espera por algumas horas, pois os abates quase sempre ocorrem durante a madrugada.


Não pude presenciar a hora em que o abate começa, devido ao horário, mas imagino que os animais são enfileirados no corredor que leva à sala onde serão abatidos. Nas primeiras horas da manhã é evidente o estresse que estão vivendo os que ainda esperam a vez de entrar na sala do matadouro, pois estes presenciaram a morte de todos os animais que foram na frente. Seus olhos aparecem saltados na órbita, bem irrigados de sangue, e seus mugindo são desesperados e frenéticos.


Estes animais ouviram o que aconteceu com os animais que foram à sua frente, sentiram o cheiro de seu sangue e possivelmente viram alguma cena desagradável, é claro que resistem até onde podem para não passar pelo corredor que leva à sala do matadouro. Por este motivo, um funcionário do estabelecimento os força a fazê-lo dando chutes e eletrochoques através de uma vara. O animal vivencia um verdadeiro pânico, e tenta recuar, mas é empurrado para a frente pelo animal que vem atrás, que também está levando eletrochoques. Ele tenta se jogar para os lados, mas as barras de aço só lhe permitem que avance para a frente.


Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia por cerca de um minuto o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, seu sangue e suas tripas espalhados pelo chão da sala. O animal em vão tenta escapar, mas está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso dos matadouros que estive visitando, esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos matadouros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro.


Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.


No passo seguinte, o animal é pendurado de cabeça pra baixo em uma corrente, suspenso por uma das patas traseiras. É possível que neste momento o peso do animal trate de romper alguns de seus ligamentos, destroncar seus membros. No momento em que o animal é suspenso, percebo que sua cabeça ainda se move. O funcionário do matadouro diz que são espasmos, contrações involuntárias, que o animal já não pode sentir. Mas seus olhos ainda piscam, a língua ainda se mexe, tentando conter o vômito e puxar para dentro o ar. Este animal não está sentindo dor?


O animal é então sangrado, degolado, estripado e esfolado. O sangue que jorra é recolhido em parte para uns tonéis, mas a maior parte cai em uma canaleta. As fezes e o vômito são recolhidos em outra canaleta. Com enormes facas sua barriga é aberta e as tripas são jogadas no chão. Alguns animais ainda parecem se mexer nesta etapa e a impressão que tenho é que eles podem ver suas tripas no chão. O sangue e as tripas serão encaminhados para o setor de processamento de embutidos (lingüiças, salsichas, etc).


O couro destes animais que servem para a produção de carne não é considerado de boa qualidade, mas mesmo assim ele é retirado para uso menos refinado. Após isso o animal é baixado e são retirados os testículos, as mamas, patas e língua. Estas ‘peças’ são comercializadas como iguarias ou são encaminhados para o setor de ‘graxaria’, de onde sairá o mocotó e a gelatina.


Como os matadouros que visitei possuíam uma grande produção, uma “linha de desmontagem” como diriam alguns, pouca atenção era dada para cada animal e mesmo na etapa de retirada do couro e desmembramento, alguns animais ainda estavam se mexendo. Neste matadouro o couro é retirado quase completamente por uma máquina que parece uma máquina de fazer massas, o funcionário apenas tem que separar o couro em alguns pontos.


Finalmente, ocorre o corte seccional da “peça”. O animal é dividido em duas metades e a carcaça é lavada. Neste momento, dependendo da finalidade, o animal poderá ser retalhado em cortes ou sua carcaça poderá ser levada para o frigorífico. Quando a carne chega à câmara fria, o calor do animal ainda emana dela. As carcaças são penduradas em ganchos enfileirados e apesar do frio, o cheiro nauseante da carne é perfeitamente perceptível. Dali a carne seguirá para os açougues e mercados.





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*Sérgio Greif é paulista, vegetariano desde 1980 e vegan desde 1998. Formado em biologia, cursou mestrado em ciências da nutrição, utilizando como campo de pesquisa o hábito alimentar vegetariano. Sérgio é entusiasta do vegetarianismo e da luta pelos direitos dos animais. Divulgador do movimento anti-vivissecção, é co-autor do livro “A Verdadeira Face da Experimentação Animal” e autor do livro ” Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação”.











Jesus era vegetariano



                               




  "Animais são criaturas, não propriedade humana, nem utensílios, nem recursos ou bens, mas sim preciosos seres na visão de Deus... Cristãos cujos olhos estão fixos no horror da crucificação estão numa posição especial para compreenderem o horror do sofrimento inocente.
A Cruz de Cristo é a absoluta identificação de Deus com os fracos, os sem poder, e os vulneráveis, porém mais que tudo, com o sofrimento desprotegido, indefeso, inocente."

                      Reverendo Andrew Linzey
A mensagem de Jesus era de amor e compaixão, contudo não há nada de amoroso ou misericordioso nas fazendas de criação intensiva e matadouros, onde animais vivem vidas miseráveis e morrem mortes violentas, sangrentas.Jesus ordena bondade, misericórdia, compaixão, e amor por toda criação de Deus. Ele ficaria horrorizado pelo grau de sofrimento que inflingimos nos animais a fim de entregarmo-nos ao nosso gosto pela carne deles. 
Os cristãos tem a escolha. Quando nos sentamos para comer, podemos aumentar mais o nível de violência, sofrimento, e morte no mundo, ou podemos respeitar a criação Dele e trabalhar pela paz.
Jesus é amor e misericórdia na forma humana, e há fortes evidências de que era um vegetariano. Por exemplo, na época de Jesus, o sacrifício animal era uma desculpa para os seres humanos comerem carne animal, e Jesus objetava os sacrifícios animais a cada chance. Ele expulsou aqueles que vendiam animais para sacrifício e consumo para fora do templo, instituiu o batismo no lugar dos sacrifícios animais, e disse que Deus "requer misericórdia, não sacrifício" e eliminou os sacrifícios animais completamente na Ultima Ceia (uma refeição de Páscoa vegetariana). Deus criou cada animal com a capacidade de sentir dor e sofrimento. Mas nas fazendas intensivas de hoje em dia, os animais tem seus chifres e bicos arrancados, e são castrados, tudo sem anestesia. A fim de maximizar os lucros, são amontoados juntos no menor espaço possível. A maioria fica confinada num espaço tão pequeno que nem conseguem se virar. Muitos nunca vêem a luz do dia ou sentem a terra ou a grama sob seus pés. Finalmente, são transportados em caminhões sem alimento ou água, sujeitos aos extremos de temperatura do clima, rumo a uma morte aterrorizante e infernal.
Uma dieta vegetariana é bom para nossa saúde e poupa inimaginável sofrimento e violência aos animais. Lembre-se: Assim como fazemos aos menores, fazemos a Ele.





Porquê?
O coração desta campanha é o chamado de Jesus pela misericórdia e compaixão, e como os seres humanos tratam animais. Não há nada de misericordioso ou compassivo em apoiar indústrias que confinam, torturam e matam as criaturas de Deus, sem maior motivo do que o gosto que as pessoas adquiriram por carne.
A evidência de que Jesus e seus primeiros seguidores eram vegetarianos é forte. Textos eloquentes de muitos líderes pioneiros da Igreja dizem, conforme citação de São Jerônimo: "Jesus Cristo, que apareceu quando se cumpriu o tempo, novamente reuniu o final com o princípio, de modo que não é mais permitido que nós comamos carne animal."
Considerando a preponderância dos santos vegetarianos, seria esquisito se Jesus não fosse um vegetariano.
Na verdade, não existem escrituras nas quais Jesus coma carneiro, o qual certamente teria comido na Páscoa se não fosse vegetariano. Havia muitos judeus vegetarianos que se baseavam na fé na época de Jesus, assim como existem até hoje em dia. Os não-vegetarianos comiam carneiro na páscoa, mas os vegetarianos só comiam pão sem levedura, conforme, ao que parece, fazia Jesus.
Mais de oito bilhões de animais são assassinados a cada ano para alimento só nos Estados Unidos. O fim deles é traumático e segue-se a uma jornada aterrorizante e quase sempre dolorosa. Cada um desses animais é capaz de sentir dor e sofrimento, assim como gatos, cachorros e outros animais, e de fato, assim como nós sentimos. Certamente, os Cristãos devem seguir o misericordioso Cristo sendo caridosos para com os animais, e não há nada de compassivo no modo como os animais são criados e vendidos para virarem comida hoje em dia. Como fazemos aos menores, estamos fazendo a Ele. 


fonte: www.angelfire.com

Vídeo: "A carne é fraca"



Este documentário tem muito a nos dizer.
Precisamos todos conhecer a realidade dos fatos.